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from Madredeus - O Espirito Da Paz (1995)
A cantar
L vou nesta terra Ao meio do mundo E amanhece O futuro Sou assim Sou este mistrio Maior que tudo Que acontece No meu mundo Vontade Mistrio Verdade Ajuda |
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Porto calmo de abrigo
De um futuro maior Porventura perdido No presente temor N? faz muito sentido N? esperar o melhor Vem da n?oa saindo A promessa anterior Quando avistei ao longe o mar Ali fiquei Parado a olhar Sim, eu canto a vontade Canto o teu despertar E abra?ndo a saudade Canto o tempo a passar Quando avistei ao longe o mar Ali fiquei Parao a olhar Quando avistei ao longe o mar Sem querer deixei-me ali ficar |
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Ao cair da tarde
Penso sempre mais E a luz que me invade S? as cores naturais Cada figura que passa por mim nem me perturba e eu fico assim Longe me leva este sil?cio e o sentir que se altera s? as cores do sol E eu fico encantado e eu sinto-me a arder quando o dia se apaga fica tanto para ver |
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No nenhum poema
o que vos vou dizer Nem sei se vale a pena Tentar-vos descrever O Mar O Mar E eu fui aqui ficando s para O poder ver E fui envelhecendo sem nunca o perceber O Mar O Mar |
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Ai que ninguem volta
Ao que ja deixou Ninguem larga a grande roda Ninguem sabe onde e que andou Ai que ninguem lembra Nem o que sonhou E aquele menino canta A cantiga do pastor Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Acordar e que eu nao queria Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Acordar e que eu nao queria |
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La fora esto os senhores da guerra
E cantam j hinos de vitria Qual a historia desta terra? o medo, ali mesmo C dentro esto os homens espera Unidos no destino da terra J no h memria de paz na terra o medo, ali mesmo terra, Mais um dia a nascer Ai, menos um dia a morrer to pouca a gloria duma guerra E os homens que as fazem sem vitorias J no h memria, de paz na terra o medo, ali mesmo |
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Vem
Alm de toda a solido perdi a luz do teu viver perdi o horizonte Est bem Prossegue l at quereres Mas vem depois iluminar Um corao que sofre Perteno-te At ao fim do mar Sou como tu Do mesmo amar Por isso vem Porque te quero Consolar Se no est bem deixa-te andar a navegar |
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Porque andas tu mal comigo
A minha doce trigueira Quem me dera ser o trigo Que andando pisas na eira Quando entre as mais raparigas Vais cantando entre as searas Eu choro ao ouvir-te as cantigas Que cantas nas manha£s claras Por isso nada me medra Ando curvado e sombrio Quem me dera ser a pedra Em que tu lavas no rio E falam com tristes vozes Do teu amor singular Aquela casa onde coses Com varanda para o mar (E) por isso nada me medra Ando curvado e sombrio Quem me dera ser a pedra Em que tu lavas no rio |
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from Madredeus - Os Dias Da Madredeus (1996)
Ai, esta saudade
Nao tem idade Nao tem idade Ai, esta saudade Ai, esta saudade Esta cidade Nao tem idade Nao tem idade Ai, esta cidade Esta cidade Esta verdade Nao tem idade Nao tem idade Ai, esta verdade Ai, esta verdade |
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Anda pela noite s
um capote errante, ai ai e uma sombra negra cai, em redor do homen no cais Das ruas antigas vem um cantar distante, ai ai e ningum das casas sai, por temor de uns passos no cais Se eu cair ao mar, quem me salvar... Que eu no tenho amigos, quem que ser... A a solido, que no anda s, anda l vontade mas de mim tem d... Cantar, sempre cantou jamais esteve ausente, ai ai e uma vela branca vai, por amor largar pela noite |
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from Madredeus - Os Dias Da Madredeus (1996)
porta daquela igreja
Vai um grande corropio porta daquela igreja Vai um grande corropio s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso Os putos j fogem dela Deitam fogo a rebentar Os putos j fogem dela Deitam fogo a rebentar Soltaram uma vaca em chamas Com um homem a guiar Soltaram uma vaca em chamas Com um homem a guiar So voltas Ai ambas so voltas So as voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Ai ambas so voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da canalha porta daquela igreja Vivo sempre adicional porta daquela igreja Vivo sempre adicional s voltas de uma coisa velha E no muda a condio s voltas de uma coisa velha E no muda a condio porta daquela igreja Vai um grande corropio porta daquela igreja Vai um grande corropio s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso s voltas de uma coisa vellha Reina grande confuso So voltas Ai ambas so voltas So as voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Ai ambas so voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da canalha |
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from Madredeus - Os Dias Da Madredeus (1996)
Adeus, dissemos
E nada mais de entao ficou De asas quebradas Foi a ave branca que voou Voa la alto, que eu morro Bem sei, sem voltar Cantem as aves do monte Qu'eu fui ver o mar . . . Ai! Nao sei de mim Ai! Nao sinto nada Ai! E nem Voltei |
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Mindelo, minh'alma chora
E eu estou triste E o amor demora Mindelo, ja nao existe Minh'alma chora E eu estou triste Mindelo, o amor e isto Nao tem demora Porqu'eu insisto Mindelo, mar a bater E o meu amor Anda a sofrer Mindelo, conta comigo Qu'eu vivo e tudo Espera por mim |
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O meu amor
Vai embora Em ma hora Em ma hora Deixa-me aqui Nao demora Anda fora Anda fora |
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Nao sei do meu amor
Nao sei do meu amado Nao sei aonde foi . . . Foi a chamar alguem Ali ao outro lado Ai se calhar nao vem . . . ? So tenho medo Do grande Mar Cuidado! Nao sei do meu amor Que misterioso fado Ai que segredos tem . . . ? So tenho medo Do grande Mar Cuidado! |
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Nao sei do meu amor
Nao sei do meu amado Nao sei aonde foi . . . Foi a chamar alguem Ali ao outro lado Ai se calhar nao vem . . . ? So tenho medo Do grande Mar Cuidado! Nao sei do meu amor Que misterioso fado Ai que segredos tem . . . ? So tenho medo Do grande Mar Cuidado! |
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from Madredeus - Existir (1997)
So deixei no cais a multidao
A terra dos mortais A confusao Navego sem farol, sem agonia Distante E vou nesta corrente Na mare No securo da menor consolcao Acordo a meio do mar que me arrepia E foge A minha paixao e uma loucura Ando Numa viagem perdida O navio anda a? deriva Sozinho Nao e grande o mal, bem pouco dura E quando Afundar a minha vida Se calhar sou prometida do Mundo |
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Ai que ningum volta
Ao que j deixou Ningum larga a grande roda Ningum sabe onde que andou Ai que ningum lembra Nem o que sonhou E aquele menino canta A cantiga do pastor Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Acordar que eu no queria Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Acordar que eu no queria |
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from Madredeus - Lisboa (1997)
Porque andas tu mal comigo
A minha doce trigueira Quem me dera ser o trigo Que andando pisas na eira Quando entre as mais raparigas Vais cantando entre as searas Eu choro ao ouvir-te as cantigas Que cantas nas manha£s claras Por isso nada me medra Ando curvado e sombrio Quem me dera ser a pedra Em que tu lavas no rio E falam com tristes vozes Do teu amor singular Aquela casa onde coses Com varanda para o mar (E) por isso nada me medra Ando curvado e sombrio Quem me dera ser a pedra Em que tu lavas no rio |
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Ai, esta saudade
Nao tem idade Nao tem idade Ai, esta saudade Ai, esta saudade Esta cidade Nao tem idade Nao tem idade Ai, esta cidade Esta cidade Esta verdade Nao tem idade Nao tem idade Ai, esta verdade Ai, esta verdade |
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Anda pela noite s
um capote errante, ai ai e uma sombra negra cai, em redor do homen no cais Das ruas antigas vem um cantar distante, ai ai e ningum das casas sai, por temor de uns passos no cais Se eu cair ao mar, quem me salvar... Que eu no tenho amigos, quem que ser... A a solido, que no anda s, anda l vontade mas de mim tem d... Cantar, sempre cantou jamais esteve ausente, ai ai e uma vela branca vai, por amor largar pela noite |
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porta daquela igreja
Vai um grande corropio porta daquela igreja Vai um grande corropio s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso Os putos j fogem dela Deitam fogo a rebentar Os putos j fogem dela Deitam fogo a rebentar Soltaram uma vaca em chamas Com um homem a guiar Soltaram uma vaca em chamas Com um homem a guiar So voltas Ai ambas so voltas So as voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Ai ambas so voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da canalha porta daquela igreja Vivo sempre adicional porta daquela igreja Vivo sempre adicional s voltas de uma coisa velha E no muda a condio s voltas de uma coisa velha E no muda a condio porta daquela igreja Vai um grande corropio porta daquela igreja Vai um grande corropio s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso s voltas de uma coisa vellha Reina grande confuso So voltas Ai ambas so voltas So as voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Ai ambas so voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da canalha |
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Alguem ouviu a sereia
Ouviu a noite cantar Andava a noite a candeia Andava a noite no mar Eu fui contigo ao inferno Fomos ao fundo do mar Oh meu amor que eu mais amo deixa-me eu te embalar Um , duas ou tres Quantas nao sei contar Eu sei la quantas vezes Vai o barco para o mar Mas a noite ha segredos deixa-me eu te embalar |
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Nao sei do meu amor
Nao sei do meu amado Nao sei aonde foi . . . Foi a chamar alguem Ali ao outro lado Ai se calhar nao vem . . . ? So tenho medo Do grande Mar Cuidado! Nao sei do meu amor Que misterioso fado Ai que segredos tem . . . ? So tenho medo Do grande Mar Cuidado! |
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Mindelo, minh'alma chora
E eu estou triste E o amor demora Mindelo, ja nao existe Minh'alma chora E eu estou triste Mindelo, o amor e isto Nao tem demora Porqu'eu insisto Mindelo, mar a bater E o meu amor Anda a sofrer Mindelo, conta comigo Qu'eu vivo e tudo Espera por mim |
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So deixei no cais a multidao
A terra dos mortais A confusao Navego sem farol, sem agonia Distante E vou nesta corrente Na mare No securo da menor consolcao Acordo a meio do mar que me arrepia E foge A minha paixao e uma loucura Ando Numa viagem perdida O navio anda a? deriva Sozinho Nao e grande o mal, bem pouco dura E quando Afundar a minha vida Se calhar sou prometida do Mundo |
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Ai que ningum volta
Ao que j deixou Ningum larga a grande roda Ningum sabe onde que andou Ai que ningum lembra Nem o que sonhou E aquele menino canta A cantiga do pastor Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Acordar que eu no queria Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Acordar que eu no queria |
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from Madredeus - Lisboa (1997)
Ai que ningum volta
Ao que j deixou Ningum larga a grande roda Ningum sabe onde que andou Ai que ningum lembra Nem o que sonhou E aquele menino canta A cantiga do pastor Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Acordar que eu no queria Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Deixa a alma de vigia Ao largo ainda arde A barca da fantasia E o meu sonho acaba tarde Acordar que eu no queria |
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from Madredeus - Lisboa (1997) | |||||
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from Madredeus - Lisboa (1997) | |||||
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
you think that I can't live
without your love, you'll see you think i can't go another day you think i have nothing without you by my side you'll see somehow, some way you think that i can't laugh again you'll see you think that you've done i'll never find my way back home you'll see somehow, some day all by myself i don't need anyone at all i know i'll survive i know i'll stay alive all on my own i don't need anyone this time it will be mine no one can take it from me you'll see.... you think that you are strong but you are weak you'll see it takes more strength to cry i have trash on my side you only have deceit you'll see somehow, some day all by my side i don't need anyone at all i know i'll survive i know i'll stay alive i'll stand on my own i don't need anyone this time it will be mine no one can take it from me you'll see |
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from Madredeus - O Paraiso (1999) | |||||
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Corre a menina beira do mar
corre, corre, pela praia fora que belo dia que est no est e o primeiro a chegar no perde Andam as ondas a rebentar e o relgio a marcar horas a sombra quente, e quase no h e o sol a brilhar j ferve Corre a menina beira do mar corre enquanto a gaivota voa vem o menino para a apanhar e a menina sentindo foge Anda o barquinho a navegar vem do Porto para Lisboa foge a menina da beira mar foge logo quando a mar sobe Andam a brincar na praia do mar as ondas do mar andam a rebentar na praia do mar andam a brincar as ondas do mar andam a rebentar as ondas do mar andam a rebentar E to bonita a onda que vem como a outra que vejo ao fundo a espuma branca que cada tem a vida de todo o mundo |
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Letra: Pedro Ayres Magalhes
Msica: Jos Peixoto Corre a menina beira do mar corre, corre, pela praia fora que belo dia que est no est e o primeiro a chegar no perde Andam as ondas a rebentar e o relgio a marcar horas a sombra quente, e quase no h e o sol a brilhar j ferve Corre a menina beira do mar corre enquanto a gaivota voa vem o menino para a apanhar e a menina sentindo foge Anda o barquinho a navegar vem do Porto para Lisboa foge a menina da beira mar foge logo quando a mar sobe Andam a brincar na praia do mar as ondas do mar andam a rebentar na praia do mar andam a brincar as ondas do mar andam a rebentar as ondas do mar andam a rebentar E to bonita a onda que vem como a outra que vejo ao fundo a espuma branca que cada tem a vida de todo o mundo |
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from Madredeus - O Paraiso (1999) | |||||
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Fico
Para ti Como sou Aqui espero Desespero Como era Sou quem era Foi assim Foi no tempo que passou Foi sentir o teu olhar Por mim fica a quem j me chamou Assim Era Para ti Como sou o tempo Que lamento Vou esperar No vou esquecer Foi assim Que o tempo parou Num lugar em mim Que pra ti ficou Estou aqui No desejo Do que vi Do que vejo Quero saber de ti Pra voltar a ver Em mim o que vi E no vou esqueer Estou aqui No desejo Do que vi Do que vejo Fico Para ti Como sou |
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Suave e calma sei
Na claridade do cu vem a luz do Sol Breve, Qual, um pensamento, sempre igual... E to fcil assim confirmar o to grande tormento que nos faz andar em constante questo. - Quantas so as liberdades que nos do? Quantas perguntas graves vo ser encontradas Quantos vo de mos atadas viver sempre em causa causas abraadas perdendo essa luz que se esconde atrs duma Suave e calma claridade escondendo a luz vontade - Doce e calma claridade escondes a luz vontade Suave e calma sei na claridade do Sol vem... -Quantas perguntas graves vo [ser encontradas? -Quantas vo, de mos atadas viver [sempre em causa causas abraadas Perdendo essa luz que se esconde atrs duma Suave e calma claridade escondendo a luz vontade - Doce e calma claridade escondes a luz vontade |
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Coisas pequenas s?
coisas pequenas s? tudo o que eu te quero dar e estas palavras s? coisas pequenas que dizem que eu te quero amar. Amar, amar, amar s?vale a pena se tu quiseres confirmar que um grande amor n? ?br />coisa pequena que nada ?maior que amar. E a hora que te espreita ?s?tua. Decerto, nao ser?br />s?a que resta; a hora que esperei a vida toda, ?esta. E a hora que te espreita ?derradeira. Decerto j?bateu ?tua porta. A hora que esperaste a vida inteira, ?agora |
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Haja o que houver
eu estou aqui Haja o que houver espero por ti Volta no vento O meu amor volta depressa por favor Ha quanto tempo ja esqueci Porque fiquei Longe de ti Cada momento e pior Volta no vento Por favor Eu sei, eu sei Quem es para mim Haja o que houver espero por ti |
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Eu queria mais alegria,
isso que eu queria, alegria a correr todo o ano era s isso que eu queria, mais alegria, mas no foi, no foi bem, o meu caso que eu tambm j sabia, eu j sabia, j sabia qual era o engano que eu no tive o que eu queria, quando podia, e depois, mais algum, nunca mais Disse-me um dia, no muito distante Volta num dia, no muito distante Quem sentiu o que eu sentia, quando partia, e partia levando o encanto Fica a saber que eu choro, por tanta alegria como eu sei, sei to bem, e no tive Disse-me um dia, no muito distante Volta num dia, no muito distante e eu disse um dia, no muito distante Disse-lhe um dia, no muito distante |
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Pedro Ayres Magalhes
Eu queria mais alegria, isso que eu queria, alegria a correr todo o ano era s isso que eu queria, mais alegria, mas no foi, no foi bem, o meu caso que eu tambm j sabia, eu j sabia, j sabia qual era o engano que eu no tive o que eu queria, quando podia, e depois, mais algum, nunca mais Disse-me um dia, no muito distante Volta num dia, no muito distante Quem sentiu o que eu sentia, quando partia, e partia levando o encanto Fica a saber que eu choro, por tanta alegria como eu sei, sei to bem, e no tive Disse-me um dia, no muito distante Volta num dia, no muito distante e eu disse um dia, no muito distante Disse-lhe um dia, no muito distante |
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Subi a escada de papelao
Imaginada Invocacao Nao leva a nada Nao leva nao E so uma escada de papelao Ha outra entrada no Paraiso Mais apertada Mais sim senhor Foi inventada Por um anao E esta guardada Por um dragao Eu so conheco Esse caminho Do Paraiso |
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from Madredeus - O Paraiso (1999)
Quem contar
um sonho que sonhou no conta tudo o que encontrou Contar um sonho proibido Eu sonhei um sonho com amor e uma janela e uma flor uma fonte de gua e o meu amigo E no havia mais nada... s ns, a luz, e mais nada... Ali morou o amor Amor, Amor que trago em segredo num sonho que no vou contar e cada dia mais sentido Amor, eu tenho amor bem escondido num sonho que no sei contar e guardarei sempre comigo |
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from Madredeus - O Paraiso (1999) | |||||
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from Madredeus - Antologia (2000)
you think that I can't live
without your love, you'll see you think i can't go another day you think i have nothing without you by my side you'll see somehow, some way you think that i can't laugh again you'll see you think that you've done i'll never find my way back home you'll see somehow, some day all by myself i don't need anyone at all i know i'll survive i know i'll stay alive all on my own i don't need anyone this time it will be mine no one can take it from me you'll see.... you think that you are strong but you are weak you'll see it takes more strength to cry i have trash on my side you only have deceit you'll see somehow, some day all by my side i don't need anyone at all i know i'll survive i know i'll stay alive i'll stand on my own i don't need anyone this time it will be mine no one can take it from me you'll see |
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from Madredeus - Antologia (2000)
porta daquela igreja
Vai um grande corropio porta daquela igreja Vai um grande corropio s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso Os putos j fogem dela Deitam fogo a rebentar Os putos j fogem dela Deitam fogo a rebentar Soltaram uma vaca em chamas Com um homem a guiar Soltaram uma vaca em chamas Com um homem a guiar So voltas Ai ambas so voltas So as voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Ai ambas so voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da canalha porta daquela igreja Vivo sempre adicional porta daquela igreja Vivo sempre adicional s voltas de uma coisa velha E no muda a condio s voltas de uma coisa velha E no muda a condio porta daquela igreja Vai um grande corropio porta daquela igreja Vai um grande corropio s voltas de uma coisa velha Reina grande confuso s voltas de uma coisa vellha Reina grande confuso So voltas Ai ambas so voltas So as voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Ai ambas so voltas So as voltas da canalha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da maralha Ai so voltas Sete voltas So as voltas da canalha |
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Letra e msica: Pedro Ayres Magalhes
Canto minha Idade, Ai, Canto s cres que ainda so, e ao amor que me do as manhs deste mundo, So, janelas para ver, so ainda, So vontades de ter um mundo sem armas na mo Canto esta verdade, Ai, Canto luz do meu sol, sol do meu mundo inteiro que queria guardar, Ai, guardar para ti ter na mo e dar dar-te logo a ti Mas h tantas armas a... - E eu, que fora tenho? - E tu que fora tens? - Temos a voz s, cantamos alto, - a nossa voz s, canta bem alto agora, a hora agora, a hora Cantai de madrugada at ao Sol raiar Levai a vida boa Cantai sempre cantai E a cada pessoa Cantai esta cano Lembrai ao Mundo inteiro a sua condio E assim cantai tambm como eu sempre cantei Cantai o Amor do Mundo e tudo o que est bem Cantai a viva voz pela terra inteira E assim se ensina a Paz da melhor maneira |
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Lyrics by Pedro Ayres Magalhaes
Music by Pedro Ayres Magalhaes & Rodrigo Leao Agora Que lembro As horas ao longo do tempo Desejo Voltar Voltar a ti Desejo-te encontrar Esquecida Em cada dia que passa Nunca mais revi a graca Dos teus olhos Que eu amei Ma sorte Foi amor que nao retive E se calhar distrai-me... - Qualquer coisa que encontrei |
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Porto calmo de abrigo
De um futuro maior Porventura perdido No presente temor N? faz muito sentido N? esperar o melhor Vem da n?oa saindo A promessa anterior Quando avistei ao longe o mar Ali fiquei Parado a olhar Sim, eu canto a vontade Canto o teu despertar E abra?ndo a saudade Canto o tempo a passar Quando avistei ao longe o mar Ali fiquei Parao a olhar Quando avistei ao longe o mar Sem querer deixei-me ali ficar |
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Porto calmo de abrigo
De um futuro maior Porventura perdido No presente temor N? faz muito sentido N? esperar o melhor Vem da n?oa saindo A promessa anterior Quando avistei ao longe o mar Ali fiquei Parado a olhar Sim, eu canto a vontade Canto o teu despertar E abra?ndo a saudade Canto o tempo a passar Quando avistei ao longe o mar Ali fiquei Parao a olhar Quando avistei ao longe o mar Sem querer deixei-me ali ficar |
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quando uma guitarra trina
nas maos de um bom tocador a propria guitarra ensina a cantar seja quem for eu quero que o meu caixao tenha uma forma bizarra a forma de um cora?o a forma de uma guitarra guitarra, guitarra querida eu venho chorar contigo sinto mais suave a vida quando tu choras comigo |
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quando uma guitarra trina
nas maos de um bom tocador a propria guitarra ensina a cantar seja quem for eu quero que o meu caixao tenha uma forma bizarra a forma de um cora?o a forma de uma guitarra guitarra, guitarra querida eu venho chorar contigo sinto mais suave a vida quando tu choras comigo |
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Haja o que houver
eu estou aqui Haja o que houver espero por ti Volta no vento O meu amor volta depressa por favor Ha quanto tempo ja esqueci Porque fiquei Longe de ti Cada momento e pior Volta no vento Por favor Eu sei, eu sei Quem es para mim Haja o que houver espero por ti |
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Haja o que houver
eu estou aqui Haja o que houver espero por ti Volta no vento O meu amor volta depressa por favor Ha quanto tempo ja esqueci Porque fiquei Longe de ti Cada momento e pior Volta no vento Por favor Eu sei, eu sei Quem es para mim Haja o que houver espero por ti |
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No nenhum poema
o que vos vou dizer Nem sei se vale a pena Tentar-vos descrever O Mar O Mar E eu fui aqui ficando s para O poder ver E fui envelhecendo sem nunca o perceber O Mar O Mar |
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No nenhum poema
o que vos vou dizer Nem sei se vale a pena Tentar-vos descrever O Mar O Mar E eu fui aqui ficando s para O poder ver E fui envelhecendo sem nunca o perceber O Mar O Mar |
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Subi a escada de papelao
Imaginada Invocacao Nao leva a nada Nao leva nao E so uma escada de papelao Ha outra entrada no Paraiso Mais apertada Mais sim senhor Foi inventada Por um anao E esta guardada Por um dragao Eu so conheco Esse caminho Do Paraiso |
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Subi a escada de papelao
Imaginada Invocacao Nao leva a nada Nao leva nao E so uma escada de papelao Ha outra entrada no Paraiso Mais apertada Mais sim senhor Foi inventada Por um anao E esta guardada Por um dragao Eu so conheco Esse caminho Do Paraiso |