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from Milton Nascimento - Milagre Dos Peixes (1973)
(Milton Nascimento/Fernando Brant)
instrumental with orchestra and chorus Chorus: Criancas do Programa Curumim Rouxinois de Divinopolis Orchestra: Orquestra Jazz Sinfonica do Estado de Sao Paulo Eu vejo esses peixes e vou de coracao Eu vejo essas matas e vou de coracao A natureza... Fernando de Paula Junior |
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from Milton Nascimento - Clube Da Esquina (1995)
Nunca mais vai beber minhas lagrimas
Nao vai, nao Me fazer de gato e sapato Nao vai mesmo nao Se eu choro, me lanho, me arranho Nao e de saudade (suponho que nao...) E uma dor que mudece aqui dentro o meu coracao Se eu lembro de tuas palavras Me vem suor E o sangue me sobe A cabeca esquenta E eu fico pior Me devolva os meus travesseiros E perco o meu sono Que coisa ruim Eu so sei que a imagem dele Pregada na insonia Nao desgruda de mim |
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from Milton Nascimento - Amigo (1996)
(Milton Nascimento/Fernando Brant)
Ha um menino Ha um moleque Morando sempre no meu coracao Toda vez que o adulto balanca Ele vem pra me dar a mao Ha um passado No meu presente Um sol bem quente la no meu quintal Toda vez que a bruxa me assombra O menino me da a mao E me fala de coisas bonitas Que eu acredito que nao deixarao de existir Amizade, palavra, respeito, carater, Bondade, alegria e amor Pois nao posso, nao devo, nao quero Viver como toda essa gente insiste em viver E nao posso aceitar sossegado Qualquer sacanagem ser coisa normal Bola de meia Bola de gude O solidario nao quer solidao Toda vez que a tristeza me alcanca O menino me da a mao Ha um menino Ha um moleque Morando sempre no meu coracao Toda vez que o adulto fraqueja Ele vem pra me dar a mao Fernando de Paula Junior |
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| from Milton Nascimento - Amigo (1996) | |||||
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from Milton Nascimento - Amigo (1996)
Es menina do astro sol,
Es rainha do mundo mar Teu luzeiro me faz cantar Terra, Terra es tao estrelada O teu manto azul comanda Respirar toda criacao E depois que a chuva molha Arco-iris vem coroar A floresta e teu vestido E as nuvens, o teu colar Es tao linda, o minha Terra Consagrada em teu girar Navegante das solidoes No espaco a nos levar Nave mae e o nosso lar Terra, Terra es tao delicada Os teus homens nao tem juizo Esqueceram tao grande amor Ofereces os teus tesouros Mas ninguem da o teu valor Terra, Terra eu sou teu filho Como as plantas e os animais So ao teu chao eu me entrego Com amor, firmo tua paz |
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| from Milton Nascimento - Amigo (1996) | |||||
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from Milton Nascimento - Amigo (1996)
Debulhar o trigo
Recolher cada bago do trigo Forjar no trigo o milagre do pao E se fartar de pao Decepar a cana Recolher a garapa da cana Roubar da cana a docura do mel Se lambuzar de mel Afagar a terra Conhecer os desejos da terra Cio da terra, propicia estacao De fecundar o chao |
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| from Milton Nascimento - Amigo (1996) | |||||
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from Milton Nascimento - Amigo (1996)
E vida, vida, que amor brincadeira, a vera
Eles se amaram de qualquer maneira, a vera Qualquer maneira de amor vale a pena Qualquer maneira de amor vale amar Pena, que pena, que coisa bonita, diga Qual a palavra que nunca foi dita, diga Qualquer maneira de amor vale aquela Qualquer maneira de amor vale amar Qualquer maneira de amor vale a pena Qualquer maneira de amor vale valera Eles partiram por outros assuntos, muitos Mas no meu canto estarao sempre juntos, muito Qualquer maneira que eu cante este canto Qualquer maneira me vale cantar Eles se amam de qualquer maneira, a vera Eles se amam e pra vida inteira, a vera Qualquer maneira de amor vale o canto Qualquer maneira me vale cantar Qualquer maneira de amor vale aquela Qualquer maneira de amor valera Pena, que pena, que coisa bonita, diga Qual a palavra que nunca foi dita, diga Qualquer maneira de amor vale o canto Qualquer maneira de amor vale me vale cantar Qualquer maneira de amor vale aquela Qualquer maneira de amor vale valera |
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from Milton Nascimento - Amigo (1996)
Que bom, amigo
Poder saber outra vez que estas comigo Dizer com certeza outra vez a palavra amigo Se bem que isso nunca deixou de ser Que bom, amigo Poder dizer o teu nome a toda hora A toda gente Sentir que tu sabes Que estou pro que der contigo Se bem que isso nunca deixou de ser Que bom, amigo Saber que na minha porta A qualquer hora Uma daquelas pessoas que a gente espera Que chega trazendo a vida Sera voce Sem preocupacao Fernando de Paula Junior |
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from Milton Nascimento - Amigo (1996)
Olha
a volta do rio virou a vida a agua da fonte nossa tristeza o sol no horizonte uma ferida Olha o ouro da mina virou veneno o sangue na terra virou brinquedo e aquela crianca ali sentada |
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| from Milton Nascimento - Amigo (1996) | |||||
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from Milton Nascimento - Amigo (1996)
Hoje foi que a perdi
Mas onde ja nem sei Em Vera me larguei E deito nesta dor Meu corpo sem lugar Ah, quisera esquecer A moca que se foi De nossa Vera Cruz E o pranto que ficou Do norte que sonhei Das coisas do lugar Dos mimos me larguei Correndo sem parar Buscar Vera Cruz Nos campos e no mar Mas ela se soltou No norte se perdeu Se ela em outra mansidao Um dia ancorar E ao vento me esquecer Ao vento me amarrei E nele vou partir Atras de Vera Cruz Ah, quisera encontrar A moca que se foi Do lar de Vera Cruz E o pranto que ficou Do norte que perdi Das coisas do lugar |
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from Milton Nascimento - Nascimento (1997)
Alma al aras a las que pasan
Del ave que en vuelo anda Alma el ama en mantra Alma del lugar noche y fogata As del luz y el fuego en llama Llama al alma y canta Canta- canta y ama vive en cuerpo y alma Canta- sol de la naturaleza llama Alma que al tramar tramas en mantras Haz que el luz aves alas as Salve al cuerpo y alma Alma nombre a Dios o al que es amigo Fiel en si y a uno mismo Voz del cuepo y alma Canta pensamiento y alma el alma en mantra Canta que en el cuerpo un templo guarda al alma Canta- canta y ama vive en cuerpo y alma Canta- sol de la naturaleza llama Canta- canta y ama vive en cuerpo y alma Canta- sol de la naturaleza llama Canta pensamiento y alma el alma en mantra Canta que en el cuerpo un templo guarda al alma Canta- canta y ama vive en cuerpo y alma Canta- sol de la naturaleza llama Canta pensamiento y alma el alma en mantra Canta que en el cuerpo un templo guarda al alma |
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| from Milton Nascimento - Nascimento (1997) | |||||
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from Milton Nascimento - Nascimento (1997)
Na minha cidade tem poetas, poetas
Que chegam sem tambores nem trombetas Trombetas e sempre aparecem quando Menos aguardados, guardados, guardados Entre livros e sapatos, em baus empoeirados Saem de reconditos lugares, nos ares, nos ares Onde vivem com seus pares, seus pares Seus pares e convivem com fantasmas Multicores de cores, de cores Que te pintam as olheiras E te pedem que nao chores Suas ilusoes sao repartidas, partidas Partidas entre mortos e feridas, feridas Feridas mas resistem com palavras Confundidas, fundidas, fundidas Ao seu triste passo lento Pelas ruas e avenidas Nao desejam glorias nem medalhas, medalhas Medalhas, se contentam Com migalhas, migalhas, migalhas De cancoes e brincadeiras com seus Versos dispersos, dispersos Obcecados pela busca de tesouros submersos Fazem quatrocentos mil projetos Projetos, projetos, que jamais sao Alcancados, cansados, cansados nada disso Importa enquanto eles escrevem, escrevem Escrevem o que sabem que nao sabem E o que dizem que nao devem Andam pelas ruas os poetas, poetas, poetas Como se fossem cometas, cometas, cometas Num estranho ceu de estrelas idiotas E outras e outras Cujo brilho sem barulho Veste suas caudas tortas Na minha cidade tem canetas, canetas, canetas Esvaindo-se em milhares, milhares, milhares De palavras retrocedendo-se confusas, confusas Confusas, em delgados guardanapos Feito moscas inconclusas Andam pelas ruas escrevendo e vendo e vendo Que eles veem nos vao dizendo, dizendo E sendo eles poetas de verdade Enquanto espiam e piram e piram Nao se cansam de falar Do que eles juram que nao viram Olham para o ceu esses poetas, poetas, poetas Como se fossem lunetas, lunetas, lunaticas Lancadas ao espaco e ao mundo inteiro Inteiro, inteiro, fossem vendo pra Depois voltar pro Rio de Janeiro |
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from Milton Nascimento - Nascimento (1997)
De janela, o mundo ate parece o meu quintal
Viajar, no fundo, e ver que e igual O drama que mora em cada um de nos Descobrir no longe o que ja estava em nossas maos Minha vida brasileira e uma vida universal' E o mesmo sonho, e o mesmo amor Traduzido para tudo o que o humano for Olhar o mundo e conhecer Tudo o que eu ja teria de saber (Canto) Estrangeiro eu nao vou ser Estrangeiro eu nao vou ser E, e, e, Estrangeiro eu nao vou ser e, e De janela, o mundo ate parece o meu quintal Viajar, no fundo, e ver que e igual O drama que mora em cada um de nos Descobrir no longe o que ja estava em nossas maos Minha vida brasileira e uma vida universal' E o mesmo sonho, e o mesmo amor Traduzido para tudo o que o humano for Olhar o mundo e conhecer Tudo o que eu ja teria de saber (Canto) Estrangeiro eu nao vou ser Eu nao vou Cidadao do mundo eu sou Estrangeiro eu nao vou ser Cidadao do mundo eu sou Cidadao do mundo eu sou Cidadao do mundo eu sou Estrangeiro eu nao vou ser E, e E, e E, e Estrangeiro eu nao vou ser Cidadao do mundo eu sou Eu sou Eu sou |
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| from Milton Nascimento - Nascimento (1997) | |||||
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from Milton Nascimento - Nascimento (1997)
Senhora dona eu lhe dou meu coracao
Fazei de mim o seu altar, seu louva-a-Deus Nasci pra ser o seu escravo, guia Sonhei a estrada que me traz o dia Senhora deusa da paixao Quero o ventre E o pensamento Quero vinho E quero o pao Quero o leito, Quero a mesa Quero a casa, Quero a oracao Senhora dona da paixao... |
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from Milton Nascimento - Nascimento (1997)
Algo me dira
Desta historia misteriosa nascera Nao conheco essas paragens Que clarao Me carrega, Me empurra Desconcerta a razao Corro sem parar Nessas trilhas, Sem controle, sem lugar Tudo ou nada me sussurra ao coracao Bate pedra, Bate lua, Bate chao Vamos contra o sol E o cavalo nao respeita a minha voz E encanto, E magia, Nao sei nao E certeza que um vento louco atras vem Tarde de um azul, Mas o ceu chorando Galhos rebentando Que nao machucam Sensacao que nao conheca Sonho de amor Algo me dira Desta historia misteriosa nascera Tudo ou nada Me sussurra ao coracao Um chamado Desconcerta a razao Ei, ei, ei, ei, ei... So sei que sinto A cor do teu olhar Me deixo carregar Por onde for Me agarro na loucura da visao Fantasia,alegria E pura maravilha Algo me dira Desta historia misteriosa nascera Nao conheco essas paragens, que clarao E o amor que me faz pleno o coracao Jogo o laco, pego o traco da paixao Vivo a vida Com o laco da paixao Jogo o laco, pego o traco da paixao E, e, e, e... |
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| from Milton Nascimento - Nascimento (1997) | |||||
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from Milton Nascimento - Nascimento (1997)
Era um, era dois, era cem
Mil tambores e as vozes do alem Morro velho, senzala, casa cheia Repinica, rebate, revolteia E trovao no ceu e candeia Era bumbo, era surdo e era caixa Meia-volta e mais volta e meia Pocoto, trem de ferro e uma luz Procissao, chao de flores e Jesus Bate forte ate sangrar a mao E batendo pelos que se foram Os batendo pelos que voltaram Os tembores de Minas soarao Seus tambores nunca se calaram Era couro batendo e era lata Era um sino com a nota exata Pe no chao e as cadeiras da mulata E o futuro nas maos do menino Batucando por fe e destino Bate roupa em riacho a lavadeira Ritmando de qualquer maneira E por fim o tambor da musculatura O tum-tum ancestral do coracao Quando chega a febre ninguem segura Bate forte ate sangrar a mao Os tambores de Minas soarao Seus tambores nunca se calaram... |
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from Milton Nascimento - Nascimento (1997)
Rouxinol tomou conta do meu viver
Chegou quando procurei Razao pra poder seguir Quando a musica ia e quase eu fiquei Quando a vida chorava mais que eu gritei Passaro deu a volta ao mundo e brincava Rouxinol me ensinou que e so nao temer Cantou se hospedou em mim Todos os passaros, anjos dentro de nos Uma harmonia trazida dos rouxinois |
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from Milton Nascimento - Crooner (1999)
Only you
Can make all this world Seem bright Only you Can make the darkness bright Only you And you alone Can thrill me like you do And fill my heart with love For only you Only you Can make All this change in me For it's true You are my destiny When you hold my hand I understand The magic that you do You're my dream come true My one and only you |
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| from Milton Nascimento - Crooner (1999) | |||||
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from Milton Nascimento - Crooner (1999)
Bem mais que o tempo que nos
Perdemos ficou pra tras Tambem o que nos juntou Ainda me lembro que eu estava lendo So pra saber o que voce achou Dos versos que eu fiz e Ainda espero resposta Desfaz o vento o que ha por dentro Desse lugar que ninguem mais pisou Voce esta vendo o que esta acontecendo Nesse caderno sei que ainda estao Os versos seus, tao meus que peco Nos versos meus, tao seus que esperem Que os aceite Em paz eu digo que eu sou O antigo do que vai adiante Sem mais eu fico onde estou Prefiro continuar distante Bem mais que o tempo que nos perdemos Ficou pra tras Tambem o que nos juntou Ainda me lembro que eu estava lendo So pra saber o que voce achou Dos versos seus, tao meus que peco Dos versos meus tao seus que esperem Que os aceite Em paz eu digo que eu sou O antigo do que vai adiante Sem mais eu fico onde estou Prefiro continuar distante |
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from Milton Nascimento - Courage (2000)
Day wanders away
And the night clings like a tear In the quite and cold A young man is crying Living with his fear As a voice rises in prayer That the knows no one will hear He must face this alone This time of learning Knowing death is near All his day are filed with empty sorrow A warrior’s life with know tomorrow to warm him His only hope or comfort is dreaming At times he’d like to run All his night are long and fear is blinding His oath is stronger, honor binding, it holds him Again he’ll stand his ground until morning He lives to see the sun As the day wanders away And the night clings like a tear In the quite and cold A young man is crying Living with his fear |
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from Milton Nascimento - Courage (2000)
No sertao da minha terra
Fazenda e o camarada que ao chao se deu Fez a obrigacao com forca Parece ate que tudo aquilo ali e seu So poder sentar no morro E ver tudo verdinho, lindo a crescer Orgulhoso camarada De viola em vez de enxada Filho do branco e do preto Correndo pela estrada atras de passarinho Pela plantacao adentro Crescendo os dois meninos, sempre pequeninos Peixe bom da no riacho De agua tao limpinha, da pro fundo ver Orgulhoso camarada Conta historias pra mocada Filho do senhor vai embora Tempo de estudos na cidade grande Parte, tem os olhos tristes Deixando o companheiro na estacao distante ?Nao esqueca, amigo, eu vou voltar!“ Some longe o trenzinho ao deus-dara Quando volta ja e outro, Trouxe ate sinha mocinha pra apresentar Linda como a luz da lua Que em lugar nenhum rebrilha como la Ja tem nome de doutor, E agora na fazenda e quem vai mandar E seu velho camarada, Ja nao brinca mais ? trabalha . . . |
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from Milton Nascimento - Courage (2000)
Hoje foi que a perdi
Mas onde ja nem sei Em Vera me larguei E deito nesta dor Meu corpo sem lugar Ah, quisera esquecer A moca que se foi De nossa Vera Cruz E o pranto que ficou Do norte que sonhei Das coisas do lugar Dos mimos me larguei Correndo sem parar Buscar Vera Cruz Nos campos e no mar Mas ela se soltou No norte se perdeu Se ela em outra mansidao Um dia ancorar E ao vento me esquecer Ao vento me amarrei E nele vou partir Atras de Vera Cruz Ah, quisera encontrar A moca que se foi Do lar de Vera Cruz E o pranto que ficou Do norte que perdi Das coisas do lugar |
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from Milton Nascimento - Milton (2000)
E morena quem temperou?
Cigana quem temperou? O cheiro do cravo E cigana quem temperou? Morena quem temperou? A cor de canela A lua morena A danca do vento O ventre da noite E o sol da manha A chuva cigana A danca dos rios O mel do cacau E o sol da manha The luna morena The sound of the woods The taste of the clove Cinnamon stone The rainy cigana The dance of the rivers The taste of the clove Cinnamon stone |
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from Milton Nascimento - Travessia (2000)
Maria, Maria, e um dom, uma certa magia
Uma forca que nos alerta Uma mulher que merece viver e amar Como outra qualquer do planeta Maria, Maria, e o som, e a cor, e o suor E a dose mais forte e lenta De uma gente que ri quando deve chorar E nao vive, apenas aguenta Mas e preciso ter forca, e preciso ter raca E preciso ter gana sempre Quem traz no corpo a marca Maria, Maria, mistura a dor e a alegria Mas e preciso ter manha, e preciso ter graca E preciso ter sonho sempre Quem traz na pele essa marca Possui a estranha mania de ter fe na vida Mas e preciso ter forca, e preciso ter raca E preciso ter gana sempre Quem traz no corpo a marca Maria, Maria, mistura a dor e a alegria Mas e preciso ter manha, e preciso ter graca E preciso ter sonho sempre Quem traz na pele essa marca Possui a estranha mania de ter fe na vida |
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from Milton Nascimento - Travessia (2000)
Foi nos bailes da vida, ou num bar em troca de pao
Que muita gente boa pos o pe na profissao De tocar um instrumento e de cantar Nao importando se quem pagou quis ouvir, foi assim Cantar era buscar o caminho que vai dar no sol Tenho comigo as lembrancas do que eu era Para cantar nada era longe, tudo tao bom 'Te a estrada de terra na boleia de caminhao, era sim Com a roupa encharcada e a alma repleta de chao Todo artista tem de ir aonde o povo esta Se foi assim, assim sera Cantando me disfarco e nao me canso de viver nem de cantar |
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